Não vem ao caso aqui, escrever um livro sobre nossa profissão, se você está aqui é porque já sabe, e se acompanhar nosso blog, vai saber mais.
No Patrulha da RP vamos analisar casos de empresas e pessoas que fizeram algum tipo de discurso a algum público, sendo esse discurso bem, ou mal sucedido (muito mais divertido, convenhamos!). Sem dó nem piedade, vamos analisar e julgar cada detalhe do caso, cada palavra dita pelo RP, dando assim, tchanam: uma NOTA! Isso mesmo, daremos uma nota para o trabalho do RP, como em um concurso de Miss. Juntamente com a nota, vem o diagnóstico e a receita médica.
Vale citar aqui, que a idéia de nosso blog surgiu da leitura de um texto chamado “Poder Nômade e Resistência Cultural”, do Critical Art Ensemble (lá no final do post indicamos o site). Então, após incorporarmos o espírito do Critical Art Ensemble, pensamos: Sendo nós neste momento ativistas culturais, mais conhecidos como artistas, como poderíamos produzir algum tipo de distúrbio? A resposta é a forma criativa e satírica (porém séria, acreditem!) que escolhemos para tratar a profissão e tentar compartilhar com os internautas algumas dicas e informações sobre o que acontece no mundo dos relações públicas nesse momento.
Perante tanta concorrência no mundo dos blogs, nas enchentes de futilidades, esperamos sinceramente que esse pequeno distúrbio criado por nós, consiga restabelecer um discurso crítico e reflexivo nos leitores sobre o que realmente está em jogo, e possivelmente desvendar os modelos de resistência que ainda existem nos meios de comunicação das empresas.
Ah, a propósito... nós somos:
No Patrulha da RP vamos analisar casos de empresas e pessoas que fizeram algum tipo de discurso a algum público, sendo esse discurso bem, ou mal sucedido (muito mais divertido, convenhamos!). Sem dó nem piedade, vamos analisar e julgar cada detalhe do caso, cada palavra dita pelo RP, dando assim, tchanam: uma NOTA! Isso mesmo, daremos uma nota para o trabalho do RP, como em um concurso de Miss. Juntamente com a nota, vem o diagnóstico e a receita médica.
Vale citar aqui, que a idéia de nosso blog surgiu da leitura de um texto chamado “Poder Nômade e Resistência Cultural”, do Critical Art Ensemble (lá no final do post indicamos o site). Então, após incorporarmos o espírito do Critical Art Ensemble, pensamos: Sendo nós neste momento ativistas culturais, mais conhecidos como artistas, como poderíamos produzir algum tipo de distúrbio? A resposta é a forma criativa e satírica (porém séria, acreditem!) que escolhemos para tratar a profissão e tentar compartilhar com os internautas algumas dicas e informações sobre o que acontece no mundo dos relações públicas nesse momento.
Perante tanta concorrência no mundo dos blogs, nas enchentes de futilidades, esperamos sinceramente que esse pequeno distúrbio criado por nós, consiga restabelecer um discurso crítico e reflexivo nos leitores sobre o que realmente está em jogo, e possivelmente desvendar os modelos de resistência que ainda existem nos meios de comunicação das empresas.
Ah, a propósito... nós somos:
Aguardem o próximo post com o primeiro caso!
Fonte de Pesquisa:
www.critical-art.net
Fonte de Pesquisa:
www.critical-art.net

2 comentários:
Ahh legal! gostei da iniciativa de vocês! Tem vários blogs sobre comunicação, pérolas e etc, mas nesse estilo de vocês, ´sério e irônico eu nunca tinha visto.... espero que dê certo!
bjinhossss
Pa (amiga da Thabata)
Pelo título do tópico pensei que era alguma matéria no escopo de minha área profissional.
Escopo, quem precisa de escopo?
Área profissional? As vezes nos encontramos com difíceis metas e perguntas, as quais o Max responde muito facilmente na CBN, sobre a área profissional, para estas questões não podemos esquecer das bases das mesmas. O mundo profissional não é nada mais do que entidades criadas para auxiliar no desenvolvimento da sociedade. Todos os profissionais estão interligados, não pelo mercado, mas sim pelo fato de serem membros de uma sociedade. Relações Públicas, Arquitetura, Engenharia, Administração, Lixeiros, Advogados e cia, todos são profissionais da sociedade, e devem trabalhar não pelas suas empreas, mas sim para a sociedade.
Ousando a imitar o Sr. Max, termino esta matéria dizendo que um grande profissional, não é aquele que proporciona o desenvolvimento de sua empresa, e sim aquele que instiga e ajuda a sociedade a gerar um grande auto - desenvolvimento.
Raphael Prats para Patrulha da RP
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