Tem até um depoimento do coordenador do curso de RP da FAAP, o Waldir Cimino.
Obrigada à Marcela por me mandar por email!
(Cliquem na foto para poderem ler melhor)
Diante de tantas patrulhas lutando furiosamente para mudar pequenos detalhes do mundo, nós, prospectos de Relações Públicas, criamos este blog, o Patrulha da RP, a fim de conscientizar algumas empresas ou pessoas, que convenhamos... não é assim que funciona um relacionamento com seus públicos. Então, HELLOOOOO! Essa é a a Patrulha da RP!

Como nem tudo são flores, ambientalistas querem propor à Câmara Municipal de Vitória um projeto de lei de iniciativa popular, determinando que as empresas que degradam o meio ambiente não possam nem patrocinar, nem realizar exposição nos locais em que ocorram iniciativas pró Verde.
E aí nos perguntamos: Até que ponto pode ir o trabalho de um RP, em questões ao mesmo tempo necessárias e controversas? A empresa procura não destruir, mas continua sendo empresa, e será que a ajuda delas é pior do que nenhuma?
No debate em classe, pudemos observar que normalmente RPS escolhem ou ficar ao lado da empresa, ou ao lado da sociedade e de suas regras e ideologias. O correto, segundo a Patrulha, seria encontrar o meio termo, vestindo a camisa da empresa, mas sempre pensar e fazer o possível para não atingir negativamente nenhuma outra causa. Como falamos acima, nosso trabalho é minimizar danos à imagem, mas no fundo, é essencial também minimizar danos à natureza e à vida humana em geral.
Vale à pena conferir:
www.aracruz.com.br
www.revistapiaui.com.br
Mais críticas sobre o caso:
www.koinonia.org.br/oq/noticias_detalhes.asp?cod_noticia=4470&tit=Not%C3%ADcias
Campanha:
www.wbrasil.com.br/wcampanhas